Especialidade

 

A Endocrinologia e a Metabologia são especialidades clínicas que lidam com as doenças das glândulas que produzem hormônios, e com os distúrbios do metabolismo, como a diabetes, as alterações do colesterol e triglicérides, e a obesidade.

O Prof. Dr. Marcello D. Bronstein tem larga experiência em todas estas áreas, tendo se dedicado especialmente ao estudo das doenças da hipófise, tireóide (hipotireoidismo, hipertireoidismo, nódulos e câncer), paratireóides (metabolismo do cálcio, osteoporose, cálculos renais), glândulas suprarrenais (excesso ou falta de cortisona, aumento de pelos em mulheres, hipertensão arterial de causa endócrina) e gônadas (testículos e ovários), cujas doenças levam à redução do interesse sexual, problemas de ereção, distúrburbios menstruais, infertilidade de causa hormonal, aumento de pelos em mulheres, puberdade precoce. Também tem grande experiência no tratamento de distúrbios metabólicos como Diabetes.

A hipófise é uma pequena glândula situada no centro do cérebro, sendo responsável pela fabricação de hormônios que controlam várias outras glândulas, como a tireóide, as suprarrenais, e as gônadas masculinas e femininas. Também produz prolactina, hormônio fundamental para a amamentação, e hormônio de crescimento, cuja deficiência e excesso levam ao nanismo e gigantismo/acromegalia, respectivamente.

Os tumores podem ser de pequena dimensão (microadenomas) ou alcançar proporções consideradas (macroadenomas) neste último caso além dos problemas hormonais, teremos distúrbios resultantes da compressão pelo tumor, tais como: dor de cabeça e deficiência visual.

Desta forma, as doenças da hipófise, sejam elas hereditárias ou adquiridas, como no caso de tumores, podem levar tanto a deficiência quanto a excesso de produção dos hormônios. Os excessos mais comuns são de prolactina levando a alterações menstruais, esterilidade, distúrbios da sexualidade e secreção de leite fora do período de amamentação.

Excesso da produção de hormônio de crescimento levando a gigantismo quando ocorre na infância ou na adolescência e acromegalia (acro: extremidade, megalia: aumento) quando incide ja na idade adulta. Na acromegalia além das alterações físicas, temos maior prevalência de hipertensão arterial, problemas cardíacos e diabetes, o que fez com que o acromegalico não tratado tenha cerca de 10 anos a menos na expectativa de vida.

Deficiência de hormônio de crescimento: levando a nanismo (baixa estatura acentuada) quando incide na infância, quadros depressivos, aumento da gordura corporal, oteoporose e doenças cardiovasculares.